Fracasso ou não, fingimento ou não,

 obra de caridade ou não. Tenho que arrumar um jeito de se levantar todos os dias e parar de sentir pena de mim. Tenho que parar e sentar todos os dias, até me convencer que a morte nem sempre resolve tudo. Tenho que parar e acreditar que a esperança existe. Até mesmo pra mim. Preciso parar e aceitar. Sou tudo o que digo, mas tenho que ainda que impossível, tentar. Aguentar tudo calada. E seguir em frente. Porque ninguém nunca entenderia.